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Obrigado, Mãe.

© Sérgio Aires, em 02.03.15

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Eu sei. Eu já entendi. O momento é de aceitação e resignação. Mas nunca se está preparado para perder, definitivamente, a única pessoa que nos conhece desde o princípio de tudo. É como se o princípio de tudo tivesse desaparecido e nos deixasse incompletos. E aflitos, muito aflitos. É como se de repente ficássemos adultos e, ao mesmo tempo, pequeninos de novo – muito pequeninos e atrapalhados. Porque há sempre alguma coisa que ficou por fazer, alguma coisa que ficou por dizer – quanto mais não seja, e apenas mais uma vez, agradecer. Obrigado, Mãe.

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Sérgio Aires

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